concerto

Concerto beneficente

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Dia 14/12/13 cantarei num concerto beneficente para crianças em dificuldade na Igreja em Südstern, Berlin às 19:30. Sua doação vai ajudar muito! Compareçam!
No repertório, canções melódicas e conhecidas, clássicas e gospel.

Isabela Santos Kinder in Not

Konzert am 12.11.13 in der Marienkirche am Alexanderplatz

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Konzert mit Gofenberg und Chor während Gottesdienst (concerto durante a missa)

Wann? am 12.11.2013, 18.30 Uhr

Wo? Evangelischen Kirchengemeinde St.Petri-St.Marien (am Berlin Alexanderplatz)

Predigt: Rabbiner Dr. h.c. Tovia BenChorin (Jüdische Gemeinde zu Berlin)

Pfarrer Gregor Hohberg / Sprecher: Martin Laubisch / Musikalische Gestaltung: Jiddische Lieder aus dem Schtelt mit GOFENBERG & CHOR Berlin, Klarinette: Hannes Daerr, Orgel: Martina Kürschner

Rabbiner BenChorin wurde 1936 als Sohn des Religionswissenschaftlers Schalom

Ben-Chorin in Jerusalem geboren. Als Israeli hat er in drei Kriegen mitgekämpft.

Seit der Gründung 1999 ist er Direktoriumsmitglied und Dozent am Abraham Geiger Kolleg und engagiert sich im jüdisch-christlichen, israelisch-palästinensischen und deutsch-jüdischen Dialog. Seit 2009 ist er Rabbiner der Jüdischen Gemeinde zu Berlin (liberaler Ritus).

Die Gottesdienstreihe Berliner Totentanz wurde 2009 von der Gemeinde St. Petri – St. Marien begonnen. Die Gemeinde lädt in der Zeit vor dem Ewigkeitssonntag bekannte, mitten im Leben stehende Persönlichkeiten ein, im Gottesdienst über den Tod zu sprechen. Denn wer sich an die Endlichkeit des Lebens erinnert, lebt anders: aufmerksamer für die Schönheit und den Sinn des Lebens. Über das Sterben reden heißt letztlich, leben zu lernen.

Inspiration für die Gottesdienstreihe war der mittelalterliche Totentanz in der St.Marienkirche. Auf dem weltberühmten Wandgemälde sieht man Vertreter der geistlichen und weltlichen Stände im Reigen mit dem Tod. Bisher haben der ehemalige Berliner Innensenator Körting, die Sängerin Nina Hagen und der Dramatiker Roland Schimmelpfennig als Gastprediger in den Gottesdiensten der Reihe mitgewirkt und Zwischenbilanz gezogen.

Wi ken ich zingen?

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Wi ken ich zingen? 09.11.2013, 20:00 Uhr
wi ken ich zingen

Berliner Frauen-Vokalensemble; Liana Narubina, Klavier; Stefano Macor, Viola; Lothar Knappe, Leitung

W. Hagen (Lieder aus Ravensbrück und aus dem »Jiddischen Liederbuch«) und G. Klein (Sonate für Klavier)

St. Matthäus-Kirche (am Kulturforum)
Matthäikirchplatz, 10785 Berlin
Eintritt 10 €, ermäßigt 7 €

Das Berliner Themenjahr 2013 “Zerstörte Vielfalt“ will an die Menschen zu erinnern, die Ende der 20er, Anfang der 30er Jahre das kulturelle und gesellschaftliche Leben in Berlin prägten und der Ausgrenzung, Vertreibung oder Deportation durch die Nationalsozialisten zum Opfer fielen.

http://www.stiftung-stmatthaeus.de/veranstaltung/wi-ken-ich-zingen/

Helmut Barbe zum 85. Geburtstag – 2. Jubiläumskonzert

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Helmut Barbe zum 85.Geburtstag –  2. Jubiläumskonzert

Sonntag, 20.Oktober 2013, 20 Uhr, St.Nikolai-Kirche, Spandau.

Das Internationale Vokalensemble Berlin singt geistliche und weltliche Werke des Berliner Komponisten.

http://www.internationales-vokalensemble-berlin.de/

Concerto com coro internacional

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O IVB (Internationales Vokalensamble Berlim) é um coro formado por cantores de várias nacionalidades. O coro atualmente tem cerca de 24 vozes e tem dois concertos programados pra maio, nos dias 18 e 19. Os dois na mesma Igreja: St. Matthäus Kirche, Kulturforum Berlim.

Dia 18 de maio de 2013 às 19h, ingressos a 15€. Obras de Helmut Barbe.

Dia 19 de maio às 18h durante a missa, motetos de Aaron Copland. Entrada franca

Flyer2_VorderseiteInternationales Vokalensamble Berlin1

Concerto com coro feminino em Leipzig

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Dia 12 de maio de 2013, domingo, às 15h, cantarei em Leipzig, no Gohliser Schlösschen, juntamente com o coro feminino Berliner Frauenvokalensemble
Site: http://berlinerfrauenvokalensemble.de/

Ao piano seremos acompanhadas da pianista Liana Narubina

O repertório é lindo, peças românticas:
Heinrich von Herzo­genberg (Mädchen­lieder),
Robert Schumann (Romanzen),
Sergej Rachma­ninoff (Sechs Chöre)

Ópera do Malandro em Berlim chega ao fim (2013)

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Depois de MUITO trabalho estamos chegando ao final. Começamos os ensaios da ópera do malandro, de Chico Buarque no dia 26 de novembro de 2012 no teatro Neuköllner Oper em Berlim, no bairro Neukölln e estreamos a peça no dia 31 de janeiro de 2013. A última semana de ensaios foi a mais intensa de todas e tantas coisa foram alteradas, até mesmo comportamento e intenção de personagens. Depois de sangue, suor e lágrimas, a peça foi crescendo e desde o primeiro dia até o último temos a casa lotada. Em alguns dias até mais que lotada, com gente em pé e assentada no chão. Os ensaios para mim foram duros, principalmente os coreográficos, afinal eu nunca tinha feito nada do gênero antes. Já fiz aula de “dança jazz”, adorava ir ao forró, fiz uns meses de “dança afro”, tudo quando ainda era adolescente e em 2010 fiz uns meses de sapateado. Essa era minha experiência com dança, mas nada profissional. Profissional somente canto mesmo e digamos que alguma (pouquíssima) experiência como atriz, já que havia sido sempre em ópera tradicionais, que vejo, hoje, são bem mais fáceis de fazer do que teatro pra valer! Eu já tinha cantado no Brasil a ópera “Der Schauspieldirektor”, de Mozart, que entre as músicas tem pedaços falados, como teatro mesmo e como era no Brasil fizemos em português, claro. As músicas em original, alemão e para o público legenda. Aqui, na ópera do malandro foi assim, só que ao contrário. Teatro em alemão e músicas em português com legenda em alemão pro público. Mas a ópera do malandro não é uma “ópera” de verdade, este nome é um jogo do autor. A ópera do Malandro é na verdade um musical, até porque iria ficar ridículo cantar músicas populares como Folhetim e Homenagem ao Malandro, por exemplo em estilo operístico. Chico Buarque teve várias referências e inspirações para a trama de sua peça, dentre elas “Die Dreigoscheroper”, texto de Brecht e música de Weil. Realmente a semelhança é muita, até mesmo a hora em que as músicas aparecem. Mas como todo gênio, Chico transpõe como ninguém para a realidade brasileira o que precisa ser transposto e compõe suas músicas inéditas também. No elenco de Berlim somos 8 pessoas, sendo 4 alemães e 4 brasileiros.

Enfim… sucesso! Eu estou particularmente feliz com meu crescimento artístico e também o crescimento dos meus personagens. Na peça faço a Fichinha, uma prostituta do Norte do Brasil e a Lúcia, a filha do Chefe de Polícia Chaves, que está grávida do malandro Max Overseas. Minha Fichinha começou como uma prostituta muito sensível, que chorava o tempo todo e era até inocente e se desenvolveu pra uma prostituta ignorante e de certa forma corajosa, mas um personagem cômico. A Lúcia é uma mulher temperamental e apaixonada, mas que não se deixa enganar. Eu adoro fazer a cena da Lúcia na cadeia com Max e na continuação Teresinha entra e culmina na briga das duas com a canção “O meu amor”. Depois Teresinha é botada pra fora e Lúcia continua com Max, finge que engole suas mentiras mas canta “Palavra de Mulher”, uma música que foi composta especialmente para Elba Ramalho, e não na primeira versão da peça. Elba Ramalho foi crescendo na trama e foi aí que ganhou também este solo, que canto orgulhosamente. É uma música muito intensa. Como Fichinha meu solo é Folhetim, que é outra música que adoro, lindíssima mas bem mais leve que Palavra de Mulher. O dueto O meu amor é coreografado e Lúcia e Teresinha tentam mostrar não só com a poesia da música o que cada uma tem de Max, mas também com os gestos.

Foi um trabalho muito legal e que eu adoraria repetir. E com a casa cheia todos os dias, com 19 apresentações no total, quem sabe o teatro não resolve fazer uma nova temporada? Vamos ver. Todas as fotos abaixo são do meu arquivo pessoal e foram tiradas com meu celular.